sábado, 23 de abril de 2011



"A primeira lição está dada: o amor é onipresente. 

Agora a segunda: mas é imprevisível. 
Jamais espere ouvir “eu te amo” num jantar à luz de velas, no dia dos namorados. 
Ou receber flores logo após a primeira transa. 
O amor odeia clichês. Você vai ouvir “eu te amo” numa terça-feira, às quatro da tarde, depois de uma discussão, e as flores vão chegar no dia que você tirar carteira de motorista, depois de aprovado no teste de baliza. 
Idealizar é sofrer. Amar é surpreender.”
(Martha Medeiros)

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